Existem 2 espécies que se encontram no meio urbano.

Cupins de Madeira Seca

   Vivem em madeiras com relativamente baixo teor de umidade. Eles não necessitam ter contato com o solo ou com outra fonte de umidade. A própria madeira e o ambiente em que vivem provêem a umidade que necessitam para sobreviver. Causam grandes prejuízos econômicos.

   O soldado deste cupim apresenta uma cabeça dura e volumosa (do tipo fragmótica cilindróide e truncada na frente), de cor castanho avermelhada, escura a quase negra, que contrasta com o colorido esbranquiçado do resto do corpo. A cabeça é utilizada para obstrução dos canais, quando é necessário defender o ninho.

   Os casais formados após a revoada instalam-se diretamente na madeira, através de furos de prego, encaixe de peças, frestas, etc. Nas colônias maduras, a rainha é apenas ligeiramente maior que o rei.


Cupins Subterrâneos

   Formam seus ninhos na superfície da terra ou em outros locais seguros. Necessitam de uma grande fonte de umidade. Alimentam-se de madeira durante todo o seu ciclo biológico. Para atingir fontes de alimentação (madeira), na maioria das vezes utilizam-se de vãos e frestas existentes na alvenaria ou da passagem de condutores e conduítes de energia. Possuem aversão à luz, fora do ciclo de reprodução, por isto preferem se abrigar e formar seus ninhos ou colônias em locais escuros e escondidos. Disseminam suas colônias, principalmente na época da primavera e verão. São atraídos pela luz durante o ciclo reprodutivo (cupins alados). São conhecidos como siriris ou aleluias que circundam as lâmpadas. Após o período da reprodução, formam novas colônias no interior da madeira. Podem atingir grandes distâncias e altura. Depreciação do imóvel, destruição de peças do mobiliário, peças decorativas, livros, desabamento de forros e telhados etc., são alguns dos prejuízos causados pelos cupins.

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